“Assim, na Diocese de Campo Limpo, decido que seja aberta uma porta santa da misericórdia em cada uma das seguintes igrejas estabelecidas como Santuários do Jubileu Extraordinário de Misericórdia:
Catedral Santuário Sagrada Família;  Santuário Santa Terezinha do Menino Jesus, Taboão da Serra; Santuário São José Operário, Capão Redondo; Santuário Nossa Senhora dos Prazeres e Divina Misericórdia, Itapecerica da Serra; Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores, Juquitiba; Igreja Matriz de Nossa Senhora Aparecida, em São Lourenço da Serra; Igreja Matriz de Bom Jesus de Piraporinha, M´Boi Mirim; Igreja Matriz Santa Terezinha do Menino Jesus, Embu-guaçu; Igreja Matriz Nossa Senhora de Guadalupe, na Estrada do M`Boi Mirim; Igreja Matriz de São Bento, Morumbi; Igreja Matriz Nossa Senhora do Bom Conselho, Vila Prel; Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário, Embu das Artes; Santuário
Santa Cruz da Reconciliação, Morumbi; Santuário da Mãe Peregrina, Morumbi; Igreja Matriz de Santa Margarida Maria Alacoque, Taboão da Serra e igreja Matriz de São José e Santo Eduardo, Embu das Artes.”

– Trecho da carta em que Dom Luiz cita nossa Paróquia como Santuário do Jubileu Extraordinário de Misericórdia.

Dom Luiz Antônio Guedes

Bispo Diocesano, Catedral Sagrada Família

Veja o Decreto do nosso Bispo Diocesano Dom Luiz Antônio Guedes sobre a abertura das Portas Santas nas Igrejas estabelecidas Santuários e as praticas para a vivencia do Ano Santo.

Caríssimos irmãos e irmãs em Cristo,

A Graça e a Paz de Cristo!

 

O Santo Padre Francisco, através da Bula “Misericordiae Vultus”  (O Rosto da Misericórdia) proclamou um Jubileu Extraordinário da Misericórdia que será iniciado no próximo dia 8 de dezembro, solenidade da Imaculada Conceição de Maria, e será concluído no dia 20 de novembro de 2016, solenidade de Jesus Cristo, Rei do Universo.

O Papa Propôs o ano da misericórdia como tempo favorável para a igreja, a fim de se tornar mais forte e eficaz o testemunho dos crentes e marcou a sua abertura para o dia em que se celebra o cinquentenário da conclusão do Concílio Ecumênico Vaticano II. Este tinha sido aberto solenemente no dia 11 de outubro de 1962 e se encerrou em 8 de dezembro de 1965. O Papa deseja manter vivo o espírito de diálogo, de reconciliação e de misericórdia presente no concílio. Francisco Afirma: “Os Padres, reunidos no concílio, tinham sentido forte, como um verdadeiro sopro do espírito, a exigência de falar de Deus aos homens do seu tempo de modo mais compreensível. Derrubadas as muralhas que, por demasiado tempo, tinham fechado a igreja numa cidadela privilegiada, chegara o tempo de anunciar o Evangelho de maneira nova.Uma nova etapa na Evangelização de Sempre. Um novo compromisso para todos os cristãos de testemunharem, com mais entusiasmo e convicção, a sua fé. A igreja sentia a responsabilidade de ser no mundo, o sinal vivo do amor do Pai” (M.V.nº 04). O sucessor de Pedro está convencido de que o nosso mundo está necessitado de misericórdia e que a igreja é enviada para anunciá-la e testemunhá-la: “Quanto  desejo que os anos futuros sejam permeados de misericórdia para ir ao encontro de todas as pessoas levando-lhes a bondade e a ternura de Deus! A todos, crentes e afastados, possa chegar o bálsamo da misericórdia como sinal do Reino de Deus já presente no meio de nós” (idem nº5).

O Santo Padre escolheu como lema do Ano Santo a Expressão “Misericordiosos como o pai”, retirada de Lucas 6, 36:  “Sede misericordiosos, como vosso Pai é misericordioso”, assinalando a virtude da misericórdia como um critério para individuar os verdadeiros filhos de Deus. De fato, somos chamados a viver a misericórdia porque primeiro foi usada misericórdia para conosco.

No dia 8 de dezembro deste ano, solenidade da Imaculada Conceição, o papa abrirá a Porta Santa. Será então uma porta de misericórdia onde qualquer pessoa que entre poderá experimentar o amor de Deus que consola, perdoa e dá esperança. No domingo seguinte, dia 13 de dezembro, o terceiro do advento, será aberta a Porta Santa na Catedral de Roma, nas demais basílicas papais, nas catedrais diocesanas e em outras igrejas estabelecidas pelo bispo diocesano.

Assim, na Diocese de Campo Limpo, decido que seja aberta uma porta santa da misericórdia em cada uma das seguintes igrejas estabelecidas como Santuários do Jubileu Extraordinário de Misericórdia:

Catedral Santuário Sagrada Família;  Santuário Santa Terezinha do Menino Jesus, Taboão da Serra; Santuário São José Operário, Capão Redondo; Santuário Nossa Senhora dos Prazeres e Divina Misericórdia, Itapecerica da Serra; Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores, Juquitiba; Igreja Matriz de Nossa Senhora Aparecida, em São Lourenço da Serra; Igreja Matriz de Bom Jesus de Piraporinha, M´Boi Mirim; Igreja Matriz Santa Terezinha do Menino Jesus, Embu-guaçu; Igreja Matriz Nossa Senhora de Guadalupe, na Estrada do M`Boi Mirim; Igreja Matriz de São Bento, Morumbi; Igreja Matriz Nossa Senhora do Bom Conselho, Vila Prel; Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário, Embu das Artes; Santuário

Santa Cruz da Reconciliação, Morumbi; Santuário da Mãe Peregrina, Morumbi; Igreja Matriz de Santa Margarida Maria Alacoque, Taboão da Serra e igreja Matriz de São José e Santo Eduardo, Embu das Artes.

Uma das práticas privilegiadas para a vivência do ano santo é a peregrinação. Esta é um ícone do caminho que cada pessoa realiza na sua existência. A peregrinação deverá servir de estímulo à conversão para sermos misericordiosos como o Pai. O caminho proposto por Jesus para a conversão é não julgar, não condenar, perdoar e dar-se conforme a sua palavra: “não julgueis e não sereis julgado, não condeneis e não sereis condenados, perdoai e sereis perdoado. Dai e vos será dado” (Lucas 6,37).

A participação nas peregrinações a uma das igrejas acima mencionadas será uma oportunidade para ganhar a graça das indulgências, observadas as condições previstas pela disciplina da igreja: Confissão Sacramental, Comunhão Eucarística e Oração segundo as intenções do Sumo Pontífice, excluído qualquer apego ao pecado. A indulgência pode ser obtida também em favor dos falecidos.

De Acordo com a orientação de Santo Padre, os fiéis que estiverem impossibilitados de participar das peregrinações poderão ganhar a graça da indulgência como segue: a) os doentes, recebendo a comunhão ou participando na santa Missa e na oração comunitária, inclusive através de vários meios de comunicação; b) os encarcerados, nas capelas dos cárceres e todas as vezes que passarem pela porta da sua cela, dirigindo o pensamento e a oração ao pai com arrependimento pelas injustiças cometidas e propósito de mudança de vida.

Muito ajudará no Processo de conversão a reflexão e a prática das obras de misericórdia corporais e espirituais. Elas são um Critério para avaliarmos se vivemos ou não como discípulos de Jesus. Quais são as obras de misericórdia? Obras Corporais: dar comida aos famintos, dar de beber a quem tem sede, vestir os nus, acolher o estrangeiro, assistir aos doentes, visitar os presos, sepultar os mortos. Obras espirituais: Aconselhar os que estão em dúvida, ensinar os ignorantes, admoestar os que erram, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as fraquezas do nosso próximo, rezar a Deus pelos vivos e pelos mortos. O papa afirma que “todas as vezes que um fiel viver uma ou mais destas obras pessoalmente obterá sem duvida a indulgência Jubilar”.

É importante que a quaresma de 2016 seja vivida intensamente como tempo forte para celebrar e experimentar a misericórdia de Deus. A iniciativa “24 horas para o Senhor”, na sexta e no sábado anteriores ao 4º Domingo da Quaresma, dias 4 e 5 de Março de 2016, seja bem preparada e realizada nas foranias de nossa Diocese.

O Papa Francisco concedeu a todos os sacerdotes para o ano Jubilar, não obstante qualquer disposição em contrário, a faculdade de absolver do pecado de aborto quantos o cometeram e, arrependidos de coração, pedirem que lhes seja perdoado.

Que a Virgem Maria, Mãe da Misericórdia, nos acompanhe e ajude na vivência do Jubileu Extraordinário da Misericórdia.

Em Cristo, Mestre e Pastor,

Dom Luiz Antônio Guedes

Bispo Diocesano de Campo Limpo

Significado do logotipo Ano Santo Extraordinário da Misericórdia:

O Arcebispo Rino Fisichella, Presidente do Pontifício Conselho para a promoção da Nova Evangelização, apresentou  no Vaticano o logotipo do Jubileu da Misericórdia, cujo lema foi tomado do Evangelho segundo São Lucas: “Misericordiosos como o Pai”.

O logotipo do Jubileu é obra do sacerdote jesuíta, Pe. Marko I. Rupnik e se apresenta como uma pequena suma teológica da misericórdia, “para que vivamos a misericórdia seguindo o exemplo de Jesus Cristo, que pede para não julgar e não condenar, mas perdoar e dar amor e perdão sem medida”.

Dom Fisichella explicou que este logotipo “mostra o Filho que carrega sobre seus ombros o homem perdido, recuperando assim uma imagem muito contemplada na Igreja antiga, pois essa imagem mostrava o amor de Cristo que leva ao término o mistério da sua encarnação com a redenção”.

“O desenho foi feito de tal forma que realça o Bom Pastor que toca profundamente a carne do homem e o faz com tal amor que é capaz de mudar sua vida. Além disso, um detalhe não é esquecido: o Bom Pastor com extrema misericórdia carrega sobre si a humanidade, mas os seus olhos confundem-se com os do homem”, disse a autoridade vaticana.

O Arcebispo Fisichella destacou: “Nesta imagem Cristo olha com os olhos de Adão, e Adão com os olhos de Cristo. Assim, cada homem descobre em Cristo, novo Adão, a própria humanidade e o futuro que o espera, contemplando em seu olhar o amor do Pai”.

A cena é colocada dentro da mandorla, uma espécie de amêndoa, que é uma figura típica da iconografia antiga e medieval que recorda a presença das duas naturezas, divina e humana, em Cristo. E dentro da arte costuma servir como marco para personagens sagrados.

Os três ovais concêntricos, de cor progressivamente mais clara quanto mais ao exterior, sugerem o movimento de Cristo que conduz o homem para fora da noite do pecado e da morte. Por outro lado, a profundidade da cor mais escura também sugere o mistério do amor do Pai que tudo perdoa.

O logotipo do jubileu da Misericórdia foi registrado nos os órgãos internacionais competentes para evitar qualquer uso inapropriado e proteger sua propriedade, pois qualquer uso distinto ao puramente religioso será denunciado.

O Jubileu da Misericórdia foi anunciado oficialmente pelo Papa Francisco através da Bula “Misericordiae vultus”. O Ano Santo que começará no dia 8 de dezembro de 2015, Solenidade da Imaculada Conceição, e terminará no dia 20 de novembro de 2016, Solenidade de Cristo Rei do Universo.

Retirado de ACIDIGITAL

Participe do Kerigma com o Tema:

“O ROSTO MISERICORDIOSO DO PAI”

Dia 14 de Novembro de 2015 – Fichas de inscrição na livraria da matriz

Obs: As fichas podem ser entregues até sexta-feira dia 13 na secretaria paroquial ou na livraria.

Contribuição: R$10,00 (almoço e transporte)

haverá um ônibus saindo às 8h00 da matriz Nossa Senhora das Dores e retornando às 17h00

Santa Missa Presidida pelo Padre Valdir, com a consagração dos membros: Jessica Batista e Kelly Cristina